Atendimento pré-hospitalar: um Bem necessário.
Para o leigo, são várias as situações consideradas graves, de emergência, para as quais é esperada atenção imediata e resolutiva: são traumas, sangramentos, fortes dores no peito e na cabeça, etc. Mas sem dúvida alguma, é o chamado mal súbito* o que mais causa preocupação, ansiedade e até desespero, verdadeiro drama, para o cidadão comum. E o que ele faz quando presencia uma situação destas?
Normalmente, procura socorrer a vítima ou colocá-la em um veículo particular e rumar para um hospital. Qual conduta está certa? Infelizmente, no contexto brasileiro, ambas estão erradas e podem ser arriscadas. Tentar socorrer uma vítima sem saber como fazê-lo corretamente pode não funcionar, atrasar o atendimento efetivo ou mesmo agravar o quadro clínico. Conduzir um paciente para hospital em velocidade máxima, além de ser perigoso quanto aos riscos de trânsito, frequentemente agrava os sintomas.
Pelas razões acima há mais de 20 anos foi criado o APH – Atendimento Pré-Hospitalar, fator que faz a diferença entre vida e morte (ou seqüelas).
O APH deve ser, portanto, estruturado, profissional, presente e muito bem executado. Por isso, em países de todo o mundo, os serviços vêm sendo regulamen-tados.
A VIDA existe no Brasil há quase 20 anos e antes mesmo de haver legislação oficial que adequadamente organizasse e normatizasse o APH, privado ou público, ela já funcionava como pioneira no setor e prestando, desde os seus primórdios, atendimento de excelência.
São mais de 1.200.000 vidas protegidas por quase 300 médicos, entre outros profissionais, treinados continuamente na atenção especializada às urgências e emergências; são mais de 60 UTIs-móveis totalmente equipadas para este fim e dezenas de milhares de atendimentos já realizados.
É certo que ninguém deseja vivenciar uma situação de emergência em sua vida, na qual o atendimento rápido e eficaz se constituirá em uma das peças-chave na sua sobrevivência. Mas se isto ocorrer, decerto será mais que providencial, decisivo, poder contar com o profissiona-lismo de uma empresa pioneira em APH no Brasil como a VIDA.
*Mal súbito é a sensação de perda de consciência, decorrente da redução no fluxo sangüíneo adequado para o cérebro, tendo como principais causas: pressão baixa, hipoglicemia, males cardíacos e epilepsia.
Ícaro Alves Alcântara
Diretor Médico da VIDA – Brasília-DF
You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. Both comments and pings are currently closed.



Comments are closed.